terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Viagem

A minha adorada mulher vai de viagem!
Parte amanhã para o estrangeiro e só volta sexta feira.
Claro que tenho a certeza que não me vai enfeitar com um magnífico par de cornos, porém recuso a deixar de alimentar a esperança.
Duas noites em que ela teria a oportunidade de dormir com outro. Sim, tem um quarto só para si!
Faz muito tempo que foi em viagem análoga e, assegurou-me que fez um enorme bico a um velhote, num elevador!
Sei que me mente.
Sei que a minha mulher não se dá sequer ao trabalho de me dizer a verdade, se com uma mentira me puder afastar e evitar que a mace.
Quando voltar de viagem, aqui escreverei o que me dirá.
Estou seguro que não o fará.

Mas pelo sim pelo não...vou-lhe colocar uns preservativos na mala de viagem!

sábado, 29 de novembro de 2008

Cedo demais


Farão agora cerca de cinco anos, ainda numa fase muito permatura da minha cornice, que tive a oportunidade de presenciar algo que só muito mais tarde compreendi verdadeiramente.
Numa das raras fases do nosso casamento, em que a minha adorada mulher se dispôs a ter actos sexuais com outro homem e, para isso deu-me autorização a procurar um macho, eu sem delongas iniciei logo o processo de pesquisa.
Respondi a alguns anúncios da internet até encontrar um homem que me pareceu indicado. Trocámos alguns mails e combinámos encontrarmo-nos num shopping. Assim o fizemos, eu e ele. Quando o conheci pude aperceber-me que era mais alto do que eu, porém não devia particularmente à beleza. No entanto, e tomando como verdadeiras as fotos que ele me tinha enviado do seu falo, eu sabia que não podia competir com ele em tamanho do que realmente interessa.
Conversámos um pouco e acertámos que ele iria lá a casa para desfrutarmos da minha abençoada mulher.

Seriam por volta das onze da noite quando vi chegar o seu carro, desci e fui buscá-lo à rua. Quando subimos no elevador, recordo-me que fiquei com a descansada sensação que ele estaria perfeitamente ávontade, não demonstrado qualquer sinal de nervosismo.

Entrámos ambos em casa e apresentei-lhe a minha Rainha. Sentámo-nos os três no sofá e fomos entabulando alguma conversa até que, contrariamente ao costume em que sou eu a dar o mote, ele quase que impôs -começamos?
Antes quase de que a minha mulher pudesse concordar, ele enfiou-lhe um enorme linguado. Coisa que ela não faz comigo, pois nestes onze anos de casamento ter-me-á dado não mais de quatro ou cinco.
Recordo-me de ter ficado muito feliz e excitado. Pude vê-los enrolados beijando-se e apalpando-se até a minha doce mulher, incontida, lhe abrir as calças e tirar de lá um mastro de categoria.
Fiquei contente por verificar que as fotos que já vira reflectiriam a verdade. Ele tinha um pauzão à séria.
Julgo que a minha mulher achou o mesmo, pois logo seguidamente a empunhá-lo não perdeu grande tempo a enfiá-lo na boca. Não como me faz a mim, que cabe todo até ao fundo, quase não lhe toca na garganta e podendo-o envolver com os lábios semi-cerrados.
Mal habituada que estava à minha ínfima minhoca, só conseguia enfiar a dele na boca bem aberta, até menos de meio.
Todavia ter-lhe-á agradado bastante, pois ele demonstrava um ar bem deliciado e dizia - ái que chupas tão bem.

Orgulhosa, esmerou-se como não faz comigo e, chupou, roçou-se, encostou-se e abraçou-o.
Eu observava e continuava a observar. Até ver ele pegar nela e deitá-la no sofá, tirar um preservativo que rapidamente deslizou pelo seu grande mastro enquanto a minha doce esposa aguardava de pernas semi-abertas e receptiva.
Pegou com a mão no seu pau, apontou áquele buraco quente, molhado e ansioso, introduziu primeiro a glande e depois numa só estocada empurrou-o todo até desaparecer, totalmente envolto pela minha mulher que naquele momento só pensaria em ser coberta por um macho potente, esquecendo-se completamente da minha insignificante presença.
Ele pesando em cima dela, fornicando-a convictamente quando eu, aberração iluminada, me lembrei de pôr a minha insignificante de fora e aproximar-me deles.
Acerquei esta microscópica miséria da boca da minha sedutora Rainha, quando lhes cortei por completo o tesão.

Ela pretendeu parar e ele também.

Soube depois que ele ainda antes de parar lhe segredou a ouvido- ele não sai daqui?

Na altura achei que era meu direito participar e fiquei bastante aborrecido por estar a disponibilizar a minha mulher a um palerma que não soube dar o real valor. Agora sei, que a maior oportunidade que tive de realizar o maior sonho da minha cornice, aconteceu cedo demais.
E quase como sempre, estraguei tudo!

Aguardo pacientemente uma nova oportunidade, com a forte convicção que no fim a única coisa que obterei, é a esperança!

Corno estupido!

sábado, 22 de novembro de 2008

A todo o momento


A minha mulher é sexualmente muito distante de mim, e julgo que infelizmente é apenas por ser muito atarefada e envolvida profissionalmente. Porém eu vivo a todo o momento a pensar no par de galhos que mereço.
Fui o primeiro namorado dela e se não fosse eu ser um enorme corno, acredito que hoje, ao fim de dez anos de casamento, eu teria sido o único homem com quem tinha tido sexo ou algo parecido.
Todavia, posso dizer que já tive grandes momentos de felicidade, ela já comeu ou foi comida por onze homens e três mulheres. Sem contar com aqueles de apenas beijitos.
Desde fugazes chupadelas até noites de total entrega. Quer na minha presença quer sem mim.
Julgo que sem mim, nunca passou de uns brochezitos rápidos e um ou outro apalpão.
Contudo, começo aqui a minha demanda de que ela arranje um amante só para ela, um homem a sério. Nada de fracos rabicholas como eu.