quinta-feira, 11 de junho de 2009

Asneira

É, terá sido asneira da grossa. Dormiu com ele na noite de dia 8 de junho e na noite de 9 de Junho.
E não foi para partilhar comigo, pois quando chegou mentiu-me de todas as formas possiveis até que com muito esforço lhe terei arrancado a dolorosa verdade, ele deslumbrou-a!
Sei que me mentirá novamente!
Assim não tem graça nenhuma!
Ainda estou adormecido, sonolento , após 5 noites em que dormi num galho de uma árvore com os leões por baixo.
Não sei aonde arrumar esta sensação de ser enganado. Um corno não é um banana, um corno vive para a sua mulher, para lhe proporcionar o impensável, não para a perder.
Pelo menos a mim já me perdi, e a ela, parece-me que também!
Não nestas noites, antes, talvez muito antes, quando segui este caminho para a manter.
Domingo faremos 12 anos de casados.
Aqui deixarei relato para outros cornos como eu, não me refiro aos meus leitores, refiro-me apenas aos que compreendam.

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